Friday, November 8, 2013

VAI NA MINHA no Risk Management Summit 2013

VAI NA MINHA: Vai na Minha no Risk Management Summit 2013: Por Daniel Chu Um desdobramento muito legal da nossa viagem à Tanzânia , em especial a escalada que fizemos ao Monte Kilimanjaro  ...

Wednesday, July 10, 2013

VAI NA MINHA: Vai nessa VAI NA MINHA?Acontece com todo mundo... ...

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Friday, March 22, 2013

VAI NA MINHA: O Melhor Trabalho do Mundo

VAI NA MINHA: O Melhor Trabalho do Mundo: Google uma viagem sem sair de casa O VAI NA MINHA , assim como a maioria de nós, tem uma lista dos lugares que deseja visitar. E se v...

Friday, January 13, 2012

Começando bem 2012: Dica de viagem

Ano novo começando bem com uma recomendação de um novo site do amigo Luis Fernando Pinto, que trata de viagens, por enquanto especialmente da Trilha Inca para Machu Picchu com todas as dicas importantes e fotos. Bem simples, consciso e para mim, mais que tudo, uma recordação viva de uma viagem fantástica que tive a chance de fazer na companhia do Luis e da Cláudia. Vale a pena conferir:
http://www.trilhaincaparamachupicchu.com.br/

Thursday, December 8, 2011

Boas vindas à "new kid on the blog": Personal Trip Advisor!

Onde tudo começou: Peru


O Peru é um mundo e nesta viagem de duas semanas exploramos somente um pouco deste imenso paraíso natural que oferece aos seus visitantes um impressionante legado histórico e cultural. Pela conjunção de intrigantes ruínas com paisagens espetaculares por toda a sua extensão, a trilha Inca ou caminho Inca que percorremos em 4 dias é considerada a caminhada mais famosa das Américas e faz parte do top 10 de 10 em cada 10 listas das melhores trilhas do mundo.
Ela começa no km 82 da ferrovia Cusco/Quillabamba e por cerca de 42 km, elevando-se à uma altitude de 4215 m atravessa as montanhas acima das margens do rio Urubamba até levar à cidade perdida de Machu Picchu que neste ano comemora o centenário do seu descobrimento.
Relatar a experiência de reviver o caminho que os Incas faziam para chegar a Machu Picchu, recheando de preciosas dicas e recomendações será a prazerosa tarefa que a Cláudia - minha querida prima - abraçou e para isso resolveu criar o blog Personal Trip Advisor, ao qual desejo continuidade e sucesso. De meu lado, deixo aqui o registro de uma lição que o Peru nos ensina. Há pouco mais de 20 anos atrás o país vivia sob total domínio do terrorismo e do tráfego de drogas, de forma que poucos eram os turistas que se arriscavam nesse mesmo caminho Inca que percorremos com toda a paz e tranquilidade. A história de como o governo peruano conseguiu mudar esse cenário é controversa e repleta de episódios escusos, mas é fato que, com obstinação, em um período curto de uma década, a atuação terrorista do Sendero Luminoso foi em grade parte suprimida – uma tarefa tão ou mais árdua quanto eliminar o tráfico de drogas das favelas do Rio de Janeiro. Árdua porém possível, se ao menos algum governo de fato quisesse. Não foi o caso dos últimos que ocuparam o cargo. Infelizmente também não parece ser o caso da atual ocupante (mas aí já estou digredindo).

Cláudia, seja bem vinda! Vida longa e próspera para o blog Personal Trip Advisor!

É por instantes como esses que você deixa a sua casa – para não mais se sentir como um estranho no mundo, para testar seu ânimo contras a força do destino, para encontrar amigos desconhecidos, e ouvir que não importa quão longe você vá vagando como um peregrino, “você jamais caminhará sozinho”. 

- Phil Cousineau, A Arte da Peregrinação

Wednesday, September 7, 2011

Wednesday, July 20, 2011

(EU) FRACASSEI, E AGORA?




Todo mundo já viu uma ideia brilhante fracassar e ficou se perguntando o porquê. Cass Phillips foi além de tudo isso e buscou transformar os erros em aprendizado que poderia ser compartilhado com outros empresários trilhando o mesmo caminho. Foi assim que surgiu a Fail Conference, um evento para empresários dividirem suas histórias de fracassos e o aprendizado que veio com eles.

Cass começou perguntando quantas pessoas na plateia já tinham visto uma ideia fracassar. E, para os poucos que não levantaram a mão, ela garantiu: “Vocês vão fracassar em algum momento”. Antes de tudo, a norte-americana mostrou definições encontradas no dicionário e disse o que essa palavra significa para ela: “Fracasso é qualquer resultado que decepcione a você ou a sua audiência”. Mas dá para fugir do fracasso? Cass explica como: “Basta não fazer tentativas. Se você não tenta, nunca vai fracassar. Simples, não?”

Se você não quer desistir, então precisa pensar nas suas metas. Cass aconselhou os empreendedores a traçar metas realistas “e garantir que você vai ter tempo para comemorar cada vez que alcançar uma”. Ela explica que só assim elas fazem sentido e podem te levar a resultados ainda melhores. Para chegar a isso, é preciso fazer mudanças, mas “experimente mudar uma coisa por vez e devagar”. Cass explica porque: “Se você mudar todo o design de seu site, por exemplo, e os resultados mudarem, você não vai saber o que provocou a melhora e não vai poder aplicar o mesmo princípio em outras áreas”.

Outra dica da empresária é seguir sua intuição: “Mesmo que não esteja vendo nada de errado, se sentir que algo está errado, mude”. Isso funciona ainda melhor quando compartilhado com sua equipe, por isso é bom cuidar da comunicação com seus colaboradores. Essa relação é tão importante quanto o diálogo com seus consumidores nas mídias sociais, outro ponto defendido por Cass.

E se um colaborador fracassar? Cass mostra que é preciso ser firme e assumir a responsabilidade: “Tire ele da função. Ele não tem culpa de estar no lugar errado. Você tem”.


Fracasso nunca é uma sensação boa. Nunca. A questão é o que você vai fazer com ele depois. – Cass Phillips

Saturday, February 5, 2011

Somos Tão Jovens no Campus Party. : BizRevolution. Um Novo Olhar Sobre As Mesmas Coisas.

Somos Tão Jovens no Campus Party. : BizRevolution. Um Novo Olhar Sobre As Mesmas Coisas.


Não tem ar condicionado, não tem coffee-break, não tem recepcionista gostosa sorrindo falso para você, não tem cadeira confortável para assistir as palestras e os debates, não tem distribuição de sacolinhas com brindes ou folhetos corporativos, não tem restaurante francês, não tem serviço de valet na porta, não tem patrocinador vomitando jabá, e consequentemente, não tem nenhum dono da verdade; e se tivesse, seria expelido pelo organismo vivo formado pelos campuseiros que se mostram ansiosos em colaborar com a construção das coisas ao invés de aceitar calados a teoria de algum boçal porque é diretor de alguma empresa ou professor de alguma matéria. 

Os Campuseiros não tem medo algum de fazer perguntas difíceis para quem está no palco.

Os caras metralham todo tipo de pergunta, boas e ruins, sem vergonha alguma. No último dia do evento, ao final da palestra do Steve Wozniak - o grande Woz, co-fundador da Apple com o Steve Jobs -, os campuseiros formaram uma fila imensa para fazer perguntas para o cara. 

Fato esse que raramente você vê em eventos corporativos tipo HSM Expo e outras tranqueiras, onde os ternos ambulantes da platéia formada por executivos fanfarrões são incapazes de formular uma pergunta que seja para o “guru” que está no palco a frente do seu ppt boring-to-boring. 

O Campus Party é o evento da Geração Coragem, e não da geração “quero trabalhar na Ambev ou Vale do Rio Doce”. 

A molecada se reune no Campus Party para criar o que não existe. 

Os Campuseiros não querem mamar nas tetas da invenção de alguém; os caras querem criar novos mercados, ampliar as oportunidades, formentar novas perspectivas para aqueles que são diferentes aos olhos do mainstream. 

A “galera” no Campus Party não vai até lá para conversar sobre o futuro da cerveja, dos bancos, da propaganda, do fast food; os caras se reunem para discutir internet, redes sociais, robótica, software livre, programação e desenvolvimento, criatividade, games, astronomia, design, foto, vídeo, música, enfim, mercados ainda pequenos, embrionários e insignificantes se comparados aos negócios bilionários e saudáveis conduzidos pelo banco do Silvio Santos, ou pelas importações criativas feitas pela turma da Daslu. 

Ainda assim, você ainda encontra muita tranqueira e campuseiros sem causa no Campus Party. 

Teve debate sobre como plantar uma mentira na internet, com blogueiro se achando o máximo por ter espalhado uma mentira que foi citada como verdade pelo Nelson Rubens no Programa Fama da Rede TV - como se o fato de ser citado pelo Nelson Rubens, ou o próprio, fosse importante ou relevante. 

Teve moleque competindo para ver quem conseguia fazer a maior quantidade de downloads de filmes pornô durante o evento. Tinha um moleque se achando o tal por ter reunido 4 terabytes de mulher pelada em 3 dias de evento. 

Eu realmente não entendo porque esse moleque precisa de 4 terabytes de filmes pornô na casa dele. Particularmente falando quando eu tinha a idade dele eu precisa de apenas uma cena de quatro minutos para terminar o trabalho. 

Vai ver que a geração de hoje é mais namoradinha, quer ver a história que rola entre as cenas, o making off, entrevista com os atores, a produção etc. 

Contudo, entretanto, todavia, o que eu mais gostei de ver no Campus Party 2011 - além da inesquecível palestra do Woz - foi o programa Campuseiros Empreendem. 

Eu estive presente nas quatro edições do Campus Party que já rolaram no Brasil. E fico muito feliz de ver que a matéria empreendedorismo está ocupando um espaço cada vez maior entre os campuseiros. 

Eu gostei muito de um trecho da palestra do Jovem Nerd quando o gordinho falou, “Esse negócio de ficar discutindo se Star Trek é melhor do que Star Wars é pura perda de tempo. O verdadeiro Nerd é o cara que pensa em uma idéia, cria um negócio, e trabalha para o desenvolvimento da sociedade.” 

É nítida a vontade da juventude campuseira em se tornar o próximo Woz, Steve Jobs, ou Mark Zuckerberg. 

Posso afirmar para vocês, depois do que eu vi durante os dias do Campuseiros Empreendem, que temos alguns potenciais clones mirins desses gênios por aqui. 

Eu quero agora compartilhar com vocês alguns dos projetos fantásticos apresentados durante o programa Campuseiros Empreendem. 

Eu acredito que todos vocês precisam conhecer essas inovações para ajudar a espalhar, espalhar e espalhar essas idéias fantásticas para quem precisa. 

São produtos fantásticos criados por uma juventude brasileira que aos seus vinte e poucos anos de idade escolhe investir o pouco dinheiro que tem no bolso para criar softwares que podem ajudar o Brasil a se tornar um país mais moderno e dinâmico. 

Confira o que essa Geração Coragem consegue criar:

Sieve.  O Sieve conquistou o primeiro lugar na categoria Aplicativos Web dentro do Campuseiros Empreendem, e levou para casa vários prêmios, entre eles um cheque de 5 mil reais. O Sieve é um software MARAVILHOSO para quem trabalha com comércio eletrônico. Através do Sieve o gerente da loja virtual monitora os preços dos concorrentes em tempo real. Nem Buscapé nem ninguém oferece o que o Sieve oferece. Se você tem loja virtual, você tem que usar o Sieve. O produto já está a venda, confira aqui. 

Mailee.me. Eu faço e-mail marketing desde 1997. Eu já vi e já testei todas as melhores ferramentas de gerenciamento de e-mail marketing que existem. Nunca tinha visto uma ferramenta tão fácil de usar e inovadora como a Mailee.me. O Mailee.me é incrivelmente bacana. O software traz dezenas de templates prontos para você criar newsletters ou promoções com dois ou três cliques. Faz o acompanhamento e monitoramento de quem abre os seus emails de uma maneira integrada com as redes sociais que eu nunca tinha visto.  Eu fiquei maravilhado com o software da molecada. Vale a pena dar uma olhada, e considerar o Mailee.me para suas necessidades de email marketing, confira aqui. 

LiveSync. O LiveSync levou para casa o primeiro lugar na categoria Aplicativos Mobile dentro do Campuseiros Empreendem. Eu amei o LiveSync. O Live Sync é uma plataforma que “mobiliza” o conteúdo de qualquer evento, em qualquer lugar, e o torna acessível por qualquer plataforma. Fácil e rápido para implementar e simples para o usuário final, é uma solução móvel completa de conteúdo para eventos, workshops, festivais e conferências. Maravilhoso!  

Pé2. O Pé2 é um daqueles “troços” que você se depara e diz, “UAU, que é isso!?!?! Mágica?”. O Pé2 é um buscador visual para celulares.  Por exemplo, você tira a foto da capa de um livro com o seu celular, e em poucos instantes ele mostra qual é o preço do livro em diferentes livrarias. A tecnologia identifica o conteúdo da foto, e varre a internet em busca de dados do produto que está na imagem. Impressionante! Confira aqui. 

MobiClub. O MobiClub foi o grande vencedor do Campuseiros Empreendem. Eles levaram para casa um cheque de 100 mil reais além de vários outros prêmios. O reconhecimento foi merecido. O Mobiclub é um sistema de pagamento via celular que promete acabar com as filas. O sistema se integra ao sistema de pagamento dos estabelecimentos, e você paga de onde estiver. É o fim das filas! Fantástico! Confira aqui. 

AnuncieLá. O AnuncieLá é um portal de anúncios classificados integrado com as redes sociais. Eu adorei a idéia! Com o AnuncieLá os seus anúncios ganham vida, ganham um rosto por trás das ofertas, e você tem a possibilidade de associar a sua credibilidade nas redes sociais com a venda de produtos, confira aqui. 

Catarse. O Catarse é um software de crowdfunding. Ele ajuda as pessoas a encontrar investidores dispostos a investir no projeto de outras pessoas. Você anuncia o seu projeto no Catarse, diz quanto precisa, até quando, e as pessoas interessadas investem o quanto podem no seu projeto. Show de Bola, estou torcendo por eles, chega de mendigar para banco. Se a sua idéia for útil para a comunidade, ela mesmo vai investir em você, confira aqui. 

Tropical Cyborg. A Era da Gamemania na Facebook está apenas começando. A Tropical Cyborg é a primeira produtora de games sociais 3D para Facebook do Brasil, ou do mundo. Se você já enjoou de plantar batatas com o FarmVille, experimente o FB-Racer da Tropical. Compre, venda, troque as partes e peças dos seus carrinhos na Facebook, confira aqui. 

C.A.T.S. O Cats é muito legal. Você instala no seu celular, e ele te passa informações sociais ao vivo sobre as baladas que você quer ir. Com o tempo, ele aprende o que você gosta, e passa a te oferecer os programas que tem a ver com você. 

Bloompa. O Bloompa é uma rede social de compras. Você cadastra os produtos que deseja comprar, divulga para os amigos e ilustres desconhecidos, e passa a receber feedbacks positivos e negativos para te ajudar no processo de decisão dessa compra. Muito bacana, confira aqui. 

Pligus. O pligus possibilita que grupos de pessoas trabalhem, aprendam e comuniquem-se - sempre de forma colaborativa - de qualquer lugar ou dispositivo. O grande diferencial do pligus é ser uma sala virtual tão produtiva quanto uma sala real. No pligus, um grupo de pessoas pode editar colaborativamente imagens, desenhos, textos e mapas - e ainda compartilhar a tela. Tudo isso enquanto se comunicam via webcams, microfones e mensagens instantâneas, confira aqui. 

Netfraldas. Prepare-se, seu bebê vai consumir mais de 5 mil fraldas só nos 2 primeiros anos de vida. Agora, imagine se, em vez de ter que sair centenas de vezes para comprar fraldas, você pudesse recebê-las em casa? A NetFraldas oferece a solução definitiva: Fraldas por assinatura. Em poucos minutos, você terá todas as fraldas que seu bebê vai usar, entregues onde você quiser, com a freqüência que você escolher, pelo tempo que ele precisar, confira o projeto aqui. 

Mindle. Projeto de educação. O Mindle é um software que ajuda os professores a darem aula pela internet e ajuda os estudantes a encontrarem as melhores aulas possíveis. Através do Mindle o professor cria suas aulas online, e os alunos identificam e escolhem os melhores através do conceito de redes sociais. Qualquer coisa pode ser ensinada usando o Mindle. Muito bacana, ainda não está no ar. 

Zuggi. O Zuggi é apaixonante. Quando as crianças realizam pesquisas na internet, ficam sujeitas a uma série de conteúdos inadequados à sua idade, prejudicando seu desenvolvimento e a atividade de busca por conhecimento. O Zuggi é o primeiro buscador brasileiro voltado para crianças que filtra palavras e web sites impróprios e traz conteúdos de qualidade, relacionados aos interesses da criança. O Zuggi é um Google adequado para crianças. Idéia show de bola, o software é incrível. Além do buscador, o Zuggi tem recursos para se transformar em uma rede social privada quando instalado dentro de uma escola, confira aqui.

Enfim, se você ainda acha que a geração Y ou Milênio é formada por um bando de pangarés apressados, você está completamente enganado. 

Se ainda tem dúvidas, compre seu passe para o Campus Party 2012 e venha ver de perto o que essa turma está fazendo.

Inspire-se na Geração Coragem que vem aí, e mude o Brasil antes que ele mude você. 

E como diria o grande Renato Russo, “Todos os dias quando você acorda, você não tem mais o tempo que passou, mas tem todo o tempo do mundo. Todos os dias antes de dormir, lembro e esqueço como foi o dia, temos todo o tempo do mundo, e não fazemos nada”

O nosso suor sagrado de empreendedor é muito mais belo do que esse sangue amargo de funcionário que empaca as coisas. 

Somos todos muito jovens. Não temos tempo a perder. 

Lidere, Siga, ou Saia do Meu Caminho!

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

Thursday, January 20, 2011

De jovem plugado a gênio inovador

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http://www.dcomercio.com.br/materia.aspx?id=60489&canal=53

Sérgio Vinícius - 18/1/2011 - 22h42



O sonho do geek de trocar o quartinho ou garagem com PC, por uma sala espaçosa e superequipada em uma multinacional – além do gordo salário de executivo – está próximo de se tornar realidade. Pelo menos para um grupo de pequenos gênios que disputam os concursos voltados a jovens empreendedores, durante a edição 2011 da Campus Party – evento de tecnologia, realizado até dia 23 no Expo Imigrantes. Nomes como Fundação Vanzolini e Telefônica premiarão as melhores iniciativas tecnológicas, como novas soluções para e-mail marketing e até vendas de fraldas por smartphones.

Entre 300 inscritos, a organização da Campus Party selecionou 45 concorrentes – 15 para o prêmio Campuseiros Inventam; 30 para o concurso Campuseiros Empreendem, que tem uma categoria específica para quem desenvolve aplicativos de celulares e smartphones. Além de fomento para desenvolver trabalhos com auxílio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e da incubadora da Microsoft, Bizspark, haverá distribuição de mais de R$ 100 mil em prêmios.

"Como a Campus é uma referência no mundo digital, ela reúne os mais inventivos profissionais de tecnologia", diz Richard Martelli, consultor do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) São Paulo.

Um dos sistemas finalistas em inovação foi criado por Daniel Chu, o NetFraldas, que permite a pais de recém-nascidos "assinarem" o serviço e receber os artigos no local desejado. O sistema contabiliza as fraldas e pode ser interrompido, de acordo com os pedidos dos pais. Basta ao interessado preencher um rápido cadastro, com itens como idade do bebê, marca da fralda, e esperar as entregas mensais.

Acompanha o sistema um quadro com a evolução do uso dos artigos e estatísticas em geral. Para quem quiser acompanhar a apresentação do NetFraldas, pode acessar: www.slideshare.net/dmchu4/projeto-netfraldas.

Destaque também para o sistema de e-mail marketing Mailee (mailee.me). Com uma interface amigável, o sistema de envio de mensagens em massa permite a integração com redes sociais, edição dos textos e das figuras no próprio sistema e, de forma animada, mostra quem acessou a mensagem, quanto tempo ficou e em que parte do mundo o e-mail é lido. De acordo com os criadores da ferramenta, capitaneados pelo gaúcho Felipe Cabral, a ideia foi desenvolver "um sistema com sentimento".

Outra plataforma, finalista da categoria Aplicativos para Dispositivos Móveis, é a Tropical Cyborg, que desenvolve games em 3D para iPhone. À venda na loja de aplicativos da Apple, os jogos em três dimensões – criados por Rogério Lima – que mais agradam ao público são o FB Racer e o Foosball 3D. Para quem não tiver o iPhone mas quiser brincar, há o link www.tropicalcyborg.com/Home.html.

Na edição anterior da Campus Party, o vencedor do até então chamado Campuseiros Apresentam foi o sistema iTVProject (www.itvproject.com), uma ferramenta para construção de aplicações para TV digital interativa. Idealizado por seis jovens universitários, o sistema foi criado em apenas uma noite. "Passamos o tempo todo fazendo o vídeo exigido pelo regulamento. Aí, conseguimos nos classificar e, no final, vencemos", diz Marcos Roberto Oliveira, porta-voz do grupo.

Depois dessa rápida ascensão, o projeto dos amigos se transformou na Intacto TV Digital, companhia que tem hoje 26 funcionários e é voltada ao desenvolvimento de novas ferramentas tecnológicas.

O Ministério da Defesa, o Banco do Brasil e o TCU são alguns dos clientes da empresa. "Com esses concursos, mostramos que o Brasil pode estar na vanguarda da tecnologia", conta Mario Teza, diretor-geral da Campus Party Brasil.

Tuesday, January 4, 2011

Atacama Desert, Chile. 2010
What an amazing place!!!
Posted by Picasa

Monday, May 11, 2009

Friday, January 23, 2009

Aprendendo a viver



Texto de Clarice Lispector - 1968



Thoreau era um filósofo americano que , entre coisas mais difíceis de se assimilar assim de repente, numa leitura de jornal, escreveu muitas coisas que talvez possam nos ajudar a viver de um modo mais inteligente, mais eficaz, mais bonito, menos angustiado.

Thoreau, por exemplo, desolava-se vendo seus vizinhos só pouparem e economizarem para um futuro longíquo. Que se pensasse um pouco no futuro, estava certo. Mas “melhore o momento presente”, exclamava. E acrescentava: “Estamos vivos agora.” E comentava com desgosto: “Eles ficam juntando tesouros que as traças e a ferrugem irão roer e os ladrões roubar.”

A mensagem é clara: não sacrifique o dia de hoje pelo de amanhã. Se você se sente infeliz agora, tome alguma providência agora, pois só na sequência dos agoras é que você existe.

Cada um de nós, aliás, fazendo um exame de consciência, lembra-se pelo menos de vários agoras que foram perdidos e que não voltarão mais. Há momentos na vida que o arrependimento de não ter tido ou não ter sido ou não ter resolvido ou não ter aceito, há momentos na vida em que o arrependimento é profundo como uma dor profunda.

Ele queria que fizéssemos agora o que queremos fazer. A vida inteira Thoreau pregou e praticou a necessidade de fazer agora o que é mais importante para cada um de nós.

Por exemplo: para os jovens que queriam tornar-se escritores mas que conteporizavam – ou esperando uma inspiração ou se dizendo que não tinham tempo por cause de estudos ou trabalhos – ele mandava ir agora para o quarto e começar a escrever.

Impacientava-se também com os que gastam tanto tempo estudando a vida que nunca chegam a viver. “É só quando esquecemos todos os nossos conhecimentos que começamos a saber.”

E dizia esta coisa forte que nos enche de coragem: “Por que não deixamos penetrar a torrente, abrimos os portões e pomos em movimento toda a nossa engrenagem?“ Só em pensar em seguir o seu conselho, sinto uma corrente de vitalidade percorrer-me o sangue. Agora, meus amigos, está sendo nesse próprio instante.

Thoreau achava que o medo era a causa da ruína dos nossos momentos presentes. E também as assustadoras opiniões que nós temos de nós mesmos. Dizia ele: “A opinião pública é uma tirana débil, se comparada à opinião que temos de nós mesmos.” É verdade: mesmo as pessoas cheias de segurança aparente julgam-se tão mal que no fundo estão alarmadas. E isso, na opinião de

Thoreau, é grave, pois “o que um homem pensa a respeito de si mesmo determina, ou melhor, revela seu destino”.

E, por mais inesperado que isso seja, ele dizia: tenha pena de si mesmo. Isso quando se levava uma vida de desespero passivo. Ele então aconselhava um pouco menos de dureza para com eles próprios. O medo faz, segundo ele, ter-se uma covardia desnecessária. Nesse caso devia-se abrandar o julgamento de si próprio.”Creio”, escreveu, “que podemos confiar em nós mesmos muito mais do que confiamos. A natureza adapta-se tão bem à nossa fraqueza quanto à nossa força”. E repetia mil vezes aos que complicavam inutilmente as coisas – e quem de nós não faz isso? - , como eu ia dizendo, ele quase gritava com quem complicava as coisa: simplifique ! simplifique !

E um dia desses, abrindo um jornal e lendo um artigo de um nome de homem que infelizmente esqueci, deparei com citações de Bernanos que na verdade vêm complementar Thoreau, mesmo que aquele jamais tenha lido este.

Em determinado ponto do artigo (só recortei esse trecho) o autor fala que a marca de Bernanos estava na veemência com que nunca cessou de denunciar a impostura do “mundo livre”. Além disso, procurava a salvação pelo risco – sem a qual a vida para ele não valia a pena - “e não pelo encolhimento senil, que não é só dos velhos, é de todos os que defendem as suas posições, inclusive ideológicas, inclusive religiosas” (o grifo é meu).

Para Bernanos, dizia o artigo, o maior pecado sobre a terra era a avareza, sob todas as formas. “A avareza e o tédio danam o mundo.” “Dois ramos, enfim, do egoísmo”, acrescenta o autor do artigo.

Repito por pura alegria de viver: a salvação é pelo risco, sem o qual a vida não vale a pena!

Thursday, November 13, 2008

3 Minutes of Pure Inspiration

Take a moment to watch a short video that went live on the web today. Beautifully filmed and edited by TEDster Jesse Dylan and his team at Form TV, it might just be the most inspiring thing you see this week.
By recognizing that the Golden Rule is fundamental to all world religions, the Charter for Compassion can inspire people to think differently about religion. This Charter is being created in a collaborative project by people from all over the world. It will be completed in 2009. Use this site to offer language you'd like to see included. Or inspire others by sharing your own story of compassion.

Tuesday, November 4, 2008

Learning, from a Distance

Esse intercâmbio na California realmente tem sido bem proveitoso. É impressionante o que uma boa estrutura de ensino pode proporcionar e a quantidade de portas que podem ser abertas quando se está num ambiente como esse. Soma-se a isso a quantidade de coisas interessantes que chegam a você quase por acaso, apenas pela simples razão de você estar inserido nesse meio.
Acabo de receber um e-mail de uma lista de distribuição da Trojan - Entrepreneur que me levou a um blog de uma colega da USC que me levou a um site onde eu encontrei esse ensaio dela própria que resume bem o que é essa experiência de estudar no exterior.

Learning, from a Distance
By Dallas Woodburn
Tears burned my eyes and blurred my vision as I waved goodbye to my family at Los Angeles International Airport. “Call us when you get in!” Mom said. “We love you!” Dad added. I made my way through security and into The Unknown, jumbled nerves squeezing my chest. Studying abroad was, to use Neil Armstrong’s words, “one giant leap” out of my comfort zone. I was beyond nervous at the prospect of spending six months an ocean away from everything familiar. Though I had previously moved away from home to attend the University of Southern California, in many ways my semester studying Creative Writing at the University of East Anglia in England was my true test of independence.
It is rare, at least in my experience, to be able to fully appreciate a time in your life while you are in the midst of it, in the same way you need a bit of distance and perspective to fully see a Monet painting. As much as I try to enjoy the present, past regrets and future commitments too often nag at me, fraying the pure pleasure of today. By putting 5,000 miles between my life abroad and all I had known before, I was finally able to leave behind the stresses and worries that had weighed down my daily life back home and instead bask in each day as it unfolded. I felt what I can best describe as bliss, soaking up the springtime sunshine in the square, enjoying a pint with new friends at the Union pub, blasting the Fratellis and dancing with my flatmates in the hall. I learned to savor every day as a treasure, because every day I was cognizant of the return ticket tucked inside a pocket of my suitcase: LONDON HEATHROW to LAX, JUNE 26.
I knew June 26 would arrive much too quickly, and I knew I would miss this new life when it was in my rearview mirror. So I lived with a permanent mental camera clicking pictures, memorizing details and moments to look back on months, years and decades later.
One day in particular remains focused in my mind – not because anything out of the ordinary happened, but in fact because it was such a typical day of my life in England. It was early February, so I had been there a month. After my Intermediate Fiction class, I decided to go for a walk around the campus lake before heading back to my dorm room. It was my favorite time of day, when the first inklings of sunset touched the tips of the sky with burnished gold. The water on the lake rippled pleasantly and the trees around me were shadowy silhouettes. I found a wooden bench and sat down, breathing in the crisp winter air, absorbing my surroundings. I remember my fingers were nearly numb because I left my gloves inside, but even freezing fingers seemed like a blessing – a reminder of how different this place was from my life in sunny Southern California. While I missed home, certainly, sitting on that bench beside the lake I recognized with clear eyes and an open heart what a true gift this experience was for me.
Part of what makes studying abroad so magical is that it is so ephemeral – you know your days in this dream-life are limited, so each day is a wondrous morsel. Even on that cold February evening, warmth flooded my being when I considered how much I loved my life in England. I loved eating lunch with my flatmates in the bright warm kitchen with the panoramic view of the wild bunnies hopping around the surrounding fields. I loved listening to my neighbor Rob play his guitar next door, singing along to everything from Green Day to Phantom of the Opera. I loved riding the bus into town with my new friends Janet and Lauren, walking the centuries-old cobblestone streets, peering inside the solemn churches, exploring the open-air market stalls selling fruit and yarn and used books. I loved my cozy little dorm-room that was easy to keep clean because I only had two suitcases of worldly possessions with me – I had left so much clutter and messiness behind, so many material possessions I realized now I didn’t need.
As a writer, few things are more valuable to me than new experiences – places, people, foods, cultures – to soak up and use in my writing. I spent the three weeks of my Spring Break from classes backpacking through Europe, traveling through Portugal, Spain, France, Germany, the Czech Republic, Ireland – I have now truly seen the color green – Scotland, the Netherlands and Belgium. I cried both in front of Anne Frank’s childhood home in Frankfurt and the Secret Annex in Amsterdam where she wrote her diary; I touched the remnants of the Berlin Wall and stood at Checkpoint Charlie; I visited the “London Bar” in Barcelona that Hemingway and Picasso used to frequent. I gained confidence in my ability to navigate foreign places, solve problems, and communicate across language and cultural barriers.
The decision to study abroad at the University of East Anglia was one of the most rewarding I have made in my twenty-one years, and one that has greatly nurtured and solidified my sense of self. I made new dear friends, learned to successfully navigate the Tube and other public transportation, and now know how to make a compliment-inducing Indian curry dish! The morning I said goodbye to the university, I took one final walk around the lake by myself. As excited as I was to see my family and friends back home, leaving my new “home” felt unbearable. However, I promised the lake and the trees – and myself – that I would one day return.
Tears burned my eyes and blurred my vision as I waved goodbye to my new “family” at the campus bus stop. “Facebook us when you get home!” my friend Jill said. “We love you!” my flatmates exclaimed. I boarded the bus to begin my journey back across The Pond, into my unknown future. But this time, I was not afraid. Indeed, my semester abroad taught me one final lesson: once you have grown to love a place, it never leaves you. Just as my memories from
home were with me during my stay in England, so now will England be with me at USC and beyond, wherever my life’s adventures next take me.
Dallas Woodburn is the author of two collections of short stories and an upcoming novel, as well as numerous articles for magazines and newspapers including Family Circle, Writer's Digest and The Los Angeles Times. She also is the founder of a nonprofit literacy foundation called Write On! that has donated more than 9,000 new books to underprivileged kids the past seven years. Contact Dallas through her blog: http://dallaswoodburn.blogspot.com/

Saturday, October 18, 2008

Lucky Numbers

Ai vai uma recomendação de um curta bacana que venceu a etapa de Los Angeles do Festival de filme de estudante deste ano, o CampusMovieFest 2008.

Todos os filmes que concorrem no festival são filmados e produzidos pelos próprios estudantes em uma semana com apoio e equipamento dos patrocinadores. É bem bacana!

"You will find hidden treasures where least expected."

Tuesday, June 24, 2008

Now, whatta ya gonna do?


Al Pacino's Inch By Inch speech from Any Given Sunday


I don't know what to say really.
Three minutes to the biggest battle of our professional lives all comes down to today.
Either we heal as a team or we are going to crumble.
Inch by inch play by play till we're finished.
We are in hell right now, gentlemen.
Believe me and we can stay here and get the shit kicked out of us or we can fight our way back into the light.
We can climb out of hell.
One inch, at a time.
Now I can't do it for you.
I'm too old.
I look around and I see these young faces and I think I mean I made every wrong choice a middle age man could make.
I uh.... I pissed away all my money believe it or not.
I chased off anyone who has ever loved me.
And lately, I can't even stand the face I see in the mirror.
You know when you get old in life things get taken from you.
That's, that's part of life.
But, you only learn that when you start losing stuff.
You find out that life is just a game of inches.
So is football.
Because in either game, life or football, the margin for error is so small.
I mean one half step too late or to early you don't quite make it.
One half second too slow or too fast and you don't quite catch it.
The inches we need are everywhere around us.
They are in ever break of the game every minute, every second.
On this team, we fight for that inch.
On this team, we tear ourselves, and everyone around us to pieces for that inch.
We CLAW with our finger nails for that inch.
Cause we know when we add up all those inches that's going to make the fucking difference between WINNING and LOSING, between LIVING and DYING.
I'll tell you this:

In any fight it is the guy who is willing to die who is going to win that inch.
And I know if I am going to have any life anymore it is because, I am still willing to fight, and die for that inch because that is what LIVING is.
The six inches in front of your face.
Now I can't make you do it.
You gotta look at the guy next to you.
Look into his eyes.
Now I think you are going to see a guy who will go that inch with you.
You are going to see a guy who will sacrifice himself for this team because he knows when it comes down to it, you are gonna do the same thing for him.
That's a team, gentlemen.
And either we heal now, as a team, or we will die as individuals.
That's football guys.
That's all it is.
Now, whatta ya gonna do?